A indefinição quanto ao envio do Projeto de Lei que trata do reajuste da GAPS, já pactuado com a Secretaria de Economia em fevereiro deste ano, tem causado revolta, ansiedade e sofrimento entre os servidores, que ainda amargam o título de pior salário do GDF.
A luta pela reestruturação se arrasta há três anos. Somente em 2025 foi apresentada uma proposta concreta de reajuste de 15%, o mesmo percentual concedido aos técnicos em enfermagem. A categoria aprovou a oferta em assembleia realizada no dia 12 de fevereiro.
A implementação estava prevista para maio de 2025, conforme a proposta inicial. Entretanto, em abril, durante as negociações, a Secretaria de Economia informou que a situação fiscal do GDF impossibilitava a execução do reajuste. Segundo técnicos da pasta, certidão emitida pelo TCDF apontava que o índice da Receita Corrente Líquida (RCL) estava acima dos 95%, limite imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Desde então, a sigla de três letras, RCL, tornou-se a principal barreira para a GAPS.
Na semana passada, o GDF divulgou o relatório do segundo quadrimestre, indicando superávit na receita. O resultado trouxe esperança aos servidores quanto à viabilidade da tão aguardada reestruturação.
Diante desse cenário, os líderes do Movimento Unificado agendaram reunião com o deputado Jorge Vianna, articulador político da proposta, acompanhados por uma comissão de 15 servidores da carreira, para discutir os próximos passos.
O parlamentar informou que já conversou com a equipe da Secretaria de Economia e que a expectativa dos técnicos da pasta é de que, em novembro, o índice da RCL esteja dentro da normalidade fiscal, ou seja, abaixo dos 95%. Com isso, o deputado afirmou que intensificará os esforços para garantir o envio do PL da GAPS à CLDF.
Vianna adiantou, ainda, que nos próximos dias fará uma live para detalhar todas as tratativas em andamento.
“Sabemos que a luta é difícil e cheia de fatos estranhos e nebulosos, com mais gente para atrapalhar do que para ajudar… Porém, acreditamos que os esforços da nossa longa luta, a união da categoria com o Movimento Unificado, aliados ao apoio ostensivo do deputado Jorge Vianna e, acima de tudo, pela graça de Deus, irão nos levar à conquista dos nossos objetivos”, resume Silene, da ASPSES-DF.
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A verdade é que temos um sindicato (Sindisaúde que ao invés de ajudar só atrapalha a categoria, pro governo também parece que somos invisíveis. Mas ano que vem tem eleições e iremos dar a devida resposta.
Parabéns ao site Fala Comunidade pelo espaço democrático de discussão. Questão de Justiça com a GAPS. É necessário também o Reenquadramento dos servidores da GAPS que tiveram suas carreiras extintas como Agente
de Saúde Pública, Agente de Serviços complementares Serviço Social e Telefonista por exemplo que hoje trabalham como Técnicos Administrativos
pois são carreiras todas de nível médio e que eram todas Analistas e como foi extinta a carreira, todas elas precisam ser reenquadradas
como técnicos administrativos pois trabalham nessa função, pois são todas carreiras de nivel médio.
Parabéns ao site Fala Comunidade pelo espaço democrático de discussão. Questão de Justiça com a GAPS. É necessário também o Reenquadramento dos servidores da GAPS que tiveram suas carreiras extintas como Agente
de Saúde Pública, Agente de Serviços complementares Serviço Social e Telefonista por exemplo que hoje trabalham como Técnicos Administrativos
pois são carreiras todas de nível médio e que eram todas Analistas e como foi extinta a carreira, todas elas precisam ser reenquadradas
como técnicos administrativos pois trabalham nessa função, pois são todas carreiras de nivel médio.