Publicação Geral

O papel transformador de uma instituição social na sociedade civil

É de conhecimento geral que o governo, sozinho, não consegue resolver todas as questões de uma sociedade. Nesse sentido, institutos sociais e associações desempenham um papel fundamental no desenvolvimento social, complementando as ações públicas.

Vamos falar sobre o Instituto Acolher, que vem fazendo a diferença e transformando vidas no Distrito Federal.

Sob a presidência de Ana Cristina Siqueira Campos da Silveira, o Instituto Acolher atende cerca de 200 mulheres no projeto Bonecas de Pano, onde elas aprendem as técnicas da costura criativa e confeccionam bonecas. Além disso, elas praticam bordado em pano de prato, crochê, macramê e participam de palestras sobre empreendedorismo.

Ana Cristina também destaca o que o governo poderia fazer para fortalecer as instituições sociais:

“Seria importante liberar mais linhas de crédito acessíveis, investir na infraestrutura da região do Pôr do Sol, aumentar o número de ônibus e divulgar, nos canais de comunicação oficiais, os projetos do terceiro setor que impactam vidas e alcançam a população mais vulnerável. Também é essencial executar as emendas parlamentares destinadas a projetos voltados para mulheres, pois isso daria um impulso e novas oportunidades.”

Outra solicitação da instituição é que os órgãos governamentais visitem as instituições que acolhem pessoas, reconhecendo o trabalho humanizado que realizam. O terceiro setor tem um papel crucial em transformar vidas e alcançar os mais vulneráveis.

Por fim, o Instituto Acolher agradece à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (SEDET), que tem apoiado instituições e associações, oferecendo locais, como feiras e eventos, para expor seus produtos. Neste mês, o instituto teve a oportunidade de participar do Maior São João do Cerrado.

“Foi muito importante participar deste evento de grande impacto para o Distrito Federal. O São João do Cerrado, em Ceilândia, mistura o tradicional com o moderno. Pudemos expor nossos produtos artesanais e vendê-los a preços acessíveis, proporcionando ao visitante a chance de levar para casa um artesanato de qualidade e diferenciado.”

André Angelo

Gestor público, servidor na Secretaria de Estado Saúde do DF, líder comunitário.

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