Muitas pessoas pregam o amor, porém, disseminam o ódio em suas falas, gestos e atitudes. Falam uma coisa, mas, vivem outra.
Nos últimos anos, o Brasil passou por uma grande mudança na política, milhares de pessoas procuraram aprender e debater sobre o tema. As pessoas se tornaram mais críticas, com tudo, houveram grandes embates, e muita gente querendo impor a sua vontade, não respeitando quem pensa diferente.
A cultura do ódio se instalou em nosso país, pregando morte, e qualificando pessoas que não são do mesmo espectro político como animais, pessoas que têm que ser combatidas.
Em Brasília há uma exposição patrocinada pela Caixa econômica, um banco público, além claro, do apoio do Governo Federal, onde nas imagens adversários políticos são tratados como lixo, apologia a drogas, palavras de baixo calão, isso é cultura, isso amor?
A cultura do ódio se refere a um ambiente social onde o ódio, a intolerância e a hostilidade são promovidos e amplamente aceitos. Isso pode levar a conflitos, discriminação e violência. É importante promover o respeito, a empatia e o diálogo para combater essa cultura.
Exposição como essa apenas alimentam a segregação
A deputada federal Bia Kicis, pedirá explicações na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.
Será que isso não é um ataque à democracia? Pois o Presidente da Câmara, Artur Lira e, uma senadora da república, Damares Alves, foram desrespeitados.
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